Lojasaudavel's Blog

23 23UTC novembro 23UTC 2009

Você já ouviu falar em Proteína?

As proteínas estão entre os principais nutrientes que o organismo precisa diariamente em quantidades adequadas. São compostas por aminoácidos, muitos destes essenciais e que nosso organismo não pode produzir e, por isso, devem ser fornecidos pela alimentação. Quando uma proteína contém todos os aminoácidos essenciais, é considerada uma proteína completa. Todas as fontes animais fornecem proteínas completas ou de alto valor biológico. Com exceção da proteína de soja, as fontes vegetais de proteína são consideradas incompletas, conforme a classificação utilizada pelo FDA e FAO/OMS, quanto ao “score” de aminoácidos corrigido pela digestibilidade protéica (PDCAAS).  As proteínas exercem muitas funções importantes no organismo. Um de seus principais papéis é construir, manter e reparar a massa magra quando associado à atividades físicas. Além disso, sua digestão requer um gasto energético maior que os demais nutrientes. Muitas funções orgânicas também dependem das proteínas. Alguns hormônios, que atuam como “mensageiros celulares”, são proteínas, assim como as enzimas, que ajudam o organismo a efetuar muitas das reações químicas que ocorrem no interior das células.Proteína Isolada de Soja: A soja é uma planta leguminosa consumida há mais de 5 mil anos no Oriente e nas últimas décadas tem se difundido no Ocidente devido a sua saudabilidade. É rica em proteínas, lipídeos, fibras, vitaminas e minerais e do seu grão é possível obter vários produtos, dentre eles a proteína isolada. A proteína isolada de soja é produzida a partir de flocos de soja, através de um processo que a deixa praticamente livre de carboidratos e gorduras, tendo 90% de proteína em peso seco. Esta é a única proteína de origem vegetal que possui qualidade equivalente às proteínas animais (carne, leite e ovos).

Proteína do Soro de Leite: O leite de vaca é um alimento rico em cálcio, proteína e gordura, de onde é obtido diversos produtos amplamente consumidos, como o queijo e o iogurte, assim como ingredientes com vários tipos de aplicações, como a proteína do soro de leite. Esta proteína é obtida através do soro resultante da coagulação das proteínas na fabricação de queijo, possui alta qualidade e é de fácil digestão. Apesar de no Brasil ser muito associada a produtos para atletas, esta proteína é utilizada em vários outros tipos de alimentos.

Tenham um ótimo dia.

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16 16UTC novembro 16UTC 2009

Você sabia que Linhaça ajuda a emagrecer?

No princípio era a aveia. Depois vieram a soja, os peixes, o tomate… Desde que cientistas japoneses começaram a estudar a capacidade que alguns alimentos possuem de prevenir doenças, nos anos 1980, a lista de ingredientes indispensáveis à saúde não parou de crescer. Graças a essa onda de descobertas, hoje podemos desfrutar das qualidades de uma pequena, porém poderosa, semente: a linhaça.Dona de uma carreira meteórica, ela despertou interesse em grandes centros de pesquisa antes de figurar na dieta das celebridades e daqueles que, de maneira geral, prezam pelo bem-estar. Atualmente, é a estrela de uma série de estudos que estão sendo realizados na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Um deles é o da nutricionista Wânia Monteiro, que analisa os efeitos da farinha de linhaça em mulheres obesas. Depois de receber um acompanhamento nutricional personalizado, as pacientes passaram a comer uma mistura de iogurte light de morango com 30 gramas da farinha logo de manhã — o equivalente a 4 colheres de sopa.

Até agora, os resultados são muito animadores. “Em três meses, houve uma queda significativa no peso, no índice glicêmico e no LDL, o colesterol ruim”, conta Wânia. O segredo, claro, não está apenas na linhaça. É óbvio que uma dieta com menos calorias ainda é a peça-chave para o emagrecimento mas a farinha de linhaça diminui a fome. Ou seja, ao prevenir ataques de gula, ela viabiliza a tal da dieta hipocalórica. O trabalho registra uma redução na vontade de comer entre 15 e 45 minutos após a primeira refeição do dia que incluía a linhaça.

A linhaça é rica em fibras, que aumentam a saciedade, e ainda tem substâncias que estimulam a produção de um hormônio controlador do apetite, sendo que a farinha de linhaça pode ser consumida nos horários de maior compulsão alimentar.

Versátil, a linhaça é um cereal de origem, mas se passa facilmente por oleaginosa, já que produz bastante óleo, ou até leguminosa, por ter proteínas semelhantes às dos espécimes dessa turma.

Não restam dúvidas de que temos aqui uma genuína fonte de ácido alfalinolênico, uma versão da gordura ômega-3. No organismo, ele é convertido em moléculas EPA e DHA para que seja absorvido, essas duas siglas, EPA e DHA, são responsáveis por importantes atributos do alimento — a proteção das artérias e dos neurônios é o principal. O ômega-3 diminui o LDL, fortalece o sistema imunológico e evita processos inflamatórios.

Como a dieta do brasileiro não é das mais ricas no nutriente, encontrado principalmente nos peixes de águas frias, investir na linhaça é uma alternativa para alcançar as cotas diárias. Além dos ácidos graxos e das fibras, outra substância que merece atenção é a lignana, que é um composto fenólico com propriedades extremamente antioxidantes. Nos últimos anos, diversas pesquisas indicam que ele ajudaria a brecar a reprodução de células cancerosas, diminuindo o risco de tumores como os de mama, próstata e cólon. E o melhor: a linhaça está cheia dele. As lignanas também agem como fitoestrógenos, no corpo, exercem as funções do hormônio feminino estrógeno. Assim, segundo alguns trabalhos, dariam uma ajuda e tanto para as mulheres que começam a enfrentar os primeiros sinais da menopausa, quando os níveis hormonais desabam.

Não bastasse a linhaça proteger o intestino, combater a obesidade e afastar doenças cardiovasculares, alguns cientistas relacionam seu consumo regular até mesmo à saúde da pele e dos olhos. Mas a grande questão é: quanto e como consumir? Não existe consenso, mas as recomendações diárias variam de 25 a 45 gramas.

Os especialistas sugerem que você tome alguns cuidados para que os nutrientes da linhaça sejam absorvidos pra valer. O primeiro é evitar comer as sementes inteiras, pois o organismo tem dificuldade em romper a parede celular delas. Ou seja: priorize a farinha. Mas, antes de cair de boca na semente triturada, saiba que ela é supersensível à oxidação. O ideal é diminuir ao máximo o contato com o oxigênio, com a luz e com o calor. Por isso é tão comum ouvir por aí — e procede — que o melhor é comprar a semente, separar a porção que pretende consumir e batê-la no liquidificador instantes antes de comer. Se precisar guardar, tente deixá-la na geladeira, em um pote escuro, bem fechado e cheio até a boca para não dar espaço ao ar.

Com essas dicas, você aproveitará tudo o que a linhaça oferece de melhor. No entanto, como nenhum alimento é perfeito, ela também apresenta alguns senões. Poucos falam das suas substâncias antinutricionais. No corpo, elas inibem a ação de enzimas que digerem proteínas. As consequências disso ainda estão sendo estudadas, mas é de imaginar que não venham boas notícias. Para fugir dessa roubada, procure cozinhar a semente com água durante 15 minutos em fogo baixo — claro que, se for usar a linhaça em uma receita de prato quente, você poderá dispensar esse procedimento.

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10 10UTC novembro 10UTC 2009

OBESIDADE PODE TER EFEITO NEGATIVO NA MEMÓRIA

Obesidade e memória não combinam. É o que afirma um estudo de pesquisadores franceses, que comparou o desempenho intelectual de pessoas com excesso de peso e peso normal na última edição da revista científica “Neurology”.

Alguns estudos já sugeriam uma ligação entre obesidade e demência senil, geralmente quando esses problemas estão em estado avançado. Agora, os pesquisadores observaram uma relação linear entre o excesso de peso e algumas capacidades cognitivas num estágio mais precoce, numa população adulta de meia idade e em boas condições de saúde.

Eles analisaram o índice de massa corporal (IMC) e o desempenho intelectual em testes de memória, atenção e velocidade de tratamento das informações numa população de 2.223 homens e mulheres de 32 a 62 anos, com boa saúde. A coleta dos dados ocorreu entre 1996 e 2001 como parte do estudo Visat (envelhecimento, saúde, trabalho).

O IMC é considerado “normal” quando oscila entre 18,5 e 25, e revela obesidade quando fica acima de 30.

No conjunto dos testes, as performances das pessoas com índice de massa corporal elevado foram inferiores às dos indivíduos com IMC baixo. Durante o teste de memória, por exemplo, as pessoas cujo IMC era igual a 20 retinham em média 9 palavras num total de 16, enquanto aquelas cujo IMC era igual a 30 só se lembravam de 7 palavras. Além disso, o excesso de peso ou a obesidade (IMC elevados) pareciam estar associados a uma leve diminuição da memória em 5 anos.

A associação entre obesidade (IMC) e habilidades intelectuais “poderiam ser explicadas pela ação de substâncias secretadas pelas células adiposas sobre o tecido neuronal ou pelas conseqüências vasculares da obesidade, já verificadas em algumas demências”, segundo os pesquisadores. Mas eles avaliam que esses resultados devem ser interpretados com “prudência” e verificados a longo prazo.

Esses “trabalhos permitem vislumbrar a possibilidade de prevenir o envelhecimento mental ao agir precocemente sobre diferentes fatores de desregulação do comportamento alimentar e do metabolismo”.

 

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